Regulamentação do Whatsapp e Netflix

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Sempre que algo funciona bem e os consumidores estão satisfeitos o governo brasileiro quer intervir para levar sua parte ou pegar carona (numa espécie de free-rider) do sucesso de determinado serviço ou produto, seja elevando os impostos ou protegendo seus financiadores de campanha. Nesse caso, utilizam o nome “regulação”.

O problema é que regular um setor ou serviço deveria servir para proteger os consumidores/cidadãos de abusos das firmas ou empresas, como por exemplo, formação de cartel, monopólio etc. Mas, ao invés disso, o governo protege empresas que não promovem inovações de fazerem o que deveriam fazer no mercado: competir (veja o conceito de rent-seeking). Tais empresas têm ligações com o governo – via canais de negociação inacessíveis para cidadãos comuns – e obtêm acordos e benefícios de compadres: “me proteja que eu te financio”.

E os consumidores? São o de menos. Como a sociedade civil é pulverizada, não há entidades que promovam sua efetiva defesa, e sabe-se que a eleição de um político está relacionada com a quantia de dinheiro gasta em sua campanha, os consumidores que paguem por essas negociatas a portas fechadas. Parafraseando o deputado Justo Veríssimo, “o consumidor que se exploda!”

 



Fraqueza da sociedade civil e a fraqueza moral

Este vídeo traz argumentos e evidências um tanto que óbvios, mas que não são considerados ou valorizados na sociedade brasileira. Por isso, vale a pena relembrar sempre: a raiz do problema político no Brasil está na fraqueza da legítima sociedade civil. Com legítima quero dizer aquela que não recebe financiamento estatal e que não defende os interesses de governos mesclados com projetos de poder de certos partidos políticos. E o efeito dessa fraqueza civil é a fraqueza moral.



Via Vespeiro




Pesquisa MDA/CNT de Julho 2015

Está insustentável o ambiente político e a economia no Brasil:

1. Só 7,7% acham o governo Dilma ótimo+bom. 70,9% acham ruim+péssimo. Esse é o pior resultado de um presidente do Brasil em pesquisas / 79,9% desaprovam a presidente Dilma.

2. Governadores: 25,3% os acham ótimo+bom e 27,3% ruim+péssimo / Prefeitos: 29,2% os acham ótimo+bom e 37,8% ruim+péssimo. Crise afetou a todos os que governam.

3. 55.1% acham que o emprego vai diminuir e 15% que vai aumentar / Renda: 33,7% que vai diminuir e 13,8% que vai aumentar / Saúde: Vai piorar 47,5% e 13,6% vai melhorar / Educação 41% vai piorar e 15,1% vai melhorar / Segurança 46,2% vai piorar e 12,9% vai melhorar.

4. Num segundo turno Lula teria 28,5% e Aécio 49,6% / Lula 32,3% e Alckmin 33,9% / Lula 31,8% e Serra 40,3%. Ou seja, Lula só teria apoio de menos de 1/3 dos eleitores.

5. Como governaria Aécio em relação a Dilma: Melhor 44,8%, Igual+Pior 47,4%. Resposta surpreendente.

6. 21,7% nunca ouviram falar na operação Lava Jato. 78,3% sim. As respostas em seguida se referem a estes 78,3% / Dilma é culpada 69,3%, não 23,7% / Lula culpado 65%, não 27,2%. Opinião Pública condena Lula igualmente / Culpados; Governo 40,4%, Partidos 34,4%, Empresas 17,7%. Opinião pública foca nos políticos a responsabilidade. / Para 67,1% não serão punidos, para 30% sim. /

7. Para 86,8% corrupção na Petrobras prejudica o pais / Para 52,5% governo federal não será capaz de combater corrupção na Petrobras. 37% em parte. Sim só 8%. / As prisões foram exageradas? Não 90,2%. Sim 7,4%. / Só 37,3% sabem o que é Delação Premiada. / Corrupção é o principal problema do pais para 37,4%.

8. 62,8% são a favor do impeachment/afastamento de Dilma. 32,1% contra / Razões para impeachment: Prestação de contas de Dilma 26,8%, Petrobras 25%, Contas de Campanha 14,2%. Todas as 3: 44,6%.

9. 50% tem medo de ficar desempregado e 43,7% não tem / 69,9% conhecem alguém que ficou desempregado nos últimos seis meses. / 40,8% aceitariam redução de salário para não perder o emprego / Essa crise ainda vai durar 1 ano 6,8%, 2 anos 25,5%, Mais de 3 anos 61,7%.

10. Principal crise é a econômica 60,4%, é a política 36,2% / Custo de vida vai aumentar muito 31,6%, Vai aumentar 44,3%. Ficar igual 18,7%. Diminuir 4% / Tem prestações em atraso? Sim 28,2%. Não 71,1%. / Onde estão seus atrasos? Cartão de crédito 42,1%, Crediário em Lojas 24,2%. Luz 23,7%. Água 15,4%. Telefone 11%. Carro 8,7%. Aluguel 7,3%. Casa Própria 3%, Plano de Saúde 1,8%. Mensalidade escolar 1,2%.

11. Maioridade penal. 70% em qualquer caso. 18% em casos graves. 10,2% Em nenhum caso. / isso vai reduzir a violência? Muito 37,4%, Parcialmente 40,2% / Não 20,6%.

12. Não Confia: Partidos Políticos 73,4%. Governo 56,2%. Congresso 51,6%. Justiça 24,8%. Polícia 23,5%. Imprensa 21,2%. Igrejas 11,7%.

Via Ex-Blog de Cesar Maia. 


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